segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Voyagers completam 40 anos e sua viagem não tem limites

Apesar de sua grande distância, elas continuam a se comunicar diariamente com a NASA

As naves espaciais mais distantes e de maior longevidade já fabricadas pela humanidade, as Voyagers 1 e 2, completam 40 anos de operação e exploração neste mês de agosto e em setembro.
Cada uma das sondas carrega um disco dourado com registros de sons, imagens e mensagens da Terra. Como elas teoricamente poderão durar bilhões de anos no espaço, essas cápsulas circulares do tempo poderão um dia ser um dos únicos vestígios da civilização humana.
"Eu acredito que poucas missões podem sequer se comparar às conquistas das naves espaciais Voyager durante suas quatro décadas de exploração," disse Thomas Zurbuchen, administrador de ciências da NASA. "Elas nos educaram para as maravilhas desconhecidas do Universo e verdadeiramente inspiraram a humanidade para continuar explorando nosso Sistema Solar e além".

Até quando?
Como a energia dos geradores de radioisótopos das duas sondas Voyager diminui em quatro watts por ano, os engenheiros estão aprendendo a operar as naves sob restrições de potência cada vez mais apertadas. Para isso eles frequentemente precisam mandar buscar engenheiros aposentados há muito anos, os responsáveis pelo projeto e construção das duas sondas, para que eles lhes mostrem como lidar com programas escritos em linguagens de programação não mais usadas, projetadas para rodar em computadores que não existem mais.

Os membros atuais da equipe estimam que terão que desligar o último instrumento científico por volta de 2030.
No entanto, mesmo depois que as duas naves espaciais humanas pioneiras se calarem, elas continuarão em suas trajetórias na velocidade atual, de cerca de 48.280 quilômetros por hora em relação à Terra, completando uma órbita dentro da Via Láctea a cada 225 milhões de anos.


As descobertas das sondas Voyager

As duas sondas Voyager estabeleceram inúmeros recordes em suas jornadas.

Em 2012, a Voyager 1, lançada em 5 de setembro de 1977, tornou-se a primeira nave terrestre a entrar no espaço interestelar.

A Voyager 2, lançada em 20 de agosto de 1977, é a única nave espacial a ter sobrevoado os quatro planetas externos - Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Seus numerosos encontros planetários incluem a descoberta dos primeiros vulcões ativos além da Terra, na lua de Júpiter Io; sinais de um oceano subterrâneo na lua de Júpiter Europa; a atmosfera mais parecida com a Terra no Sistema Solar, na lua Titã de Saturno; a lua gelada Miranda em Urano; e gêiseres gelados na lua Triton de Netuno.

Embora tenham deixado os planetas para trás há muito tempo - e não chegarão nem remotamente perto de outra estrela nos próximos 40 mil anos - as duas sondas ainda enviam observações sobre condições em que a influência do nosso Sol diminui e o espaço interestelar começa.

A Voyager 1, agora a quase 21 bilhões de quilômetros da Terra, viaja através do espaço interestelar rumo "norte" - ascendendo em relação ao plano dos planetas. Ela revelou que os raios cósmicos, núcleos atômicos acelerados a quase a velocidade da luz, são quatro vezes mais abundantes no espaço interestelar do que nas proximidades da Terra. Isso significa que a heliosfera, a "bolha" que contém os planetas do nosso Sistema Solar e o vento solar efetivamente funcionam como um escudo de radiação para os planetas. Os dados da Voyager 1 também sugerem que o campo magnético do meio interestelar local envolve a heliosfera.

A Voyager 2, agora a quase 18 bilhões de quilômetros da Terra, viaja para o "sul" e espera-se que ela entre no espaço interestelar nos próximos anos. As diferentes localizações das duas Voyagers permitem que os cientistas comparem agora duas regiões do espaço onde a heliosfera interage com o meio interestelar envolvente usando instrumentos que medem partículas carregadas, campos magnéticos, ondas de rádio de baixa frequência e plasma do vento solar. Quando a Voyager 2 atravessar o meio interestelar, também será possível comparar esse ambiente de dois locais diferentes simultaneamente.

Informações da NASA - Fonte da Matéria: Inovação Tecnológica

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A Grande Mancha Vermelha de Júpiter

Fotos inéditas da sonda Juno revelam imagens incríveis da mancha duas vezes maior que o Planeta Terra


Nasa, a agência espacial americana, publicou na quinta-feira, dia 13, imagens inéditas da Grande Mancha Vermelha de Júpiter, feitas pela sona Juno na semana passada.
A espaçonave sobrevoou a cerca de apenas 10 mil km de altura a imensa e violenta tempestade que há séculos assola o maior plante do sistema solar.
De acordo com cálculos dos cientistas, a Grande Mancha é duas vezes maior que a Terra e seus ventos sopram a mais de 640 km por hora.

Viajando a uma velocidade de 50 km por segundo, a Juno recolheu informações que a Nasa acredita serem fundamentais para entender o fenômeno que astrônomos observam desde o início do século 19.
"Durante centenas de anos, os cientistas observam e se questionam sobre a Grande Mancha", disse o cientista-chefe da missão, Scott Bolton.
"Agora temos as melhores imagens dessa tempestade famosa. Precisaremos de algum tempo para analisar todo os dados enviados pela sonda e seus oito instrumento científicos para lançarmos nova luz sobre passado, presente e futuro da Grande Mancha".

A grande mancha está perdendo força
O sobrevoo da Grande Mancha fez parte da sexta volta que a sonda deu ao redor de Júpiter - a primeira ocorreu em 27 de agosto do ano passado -, em que os cientistas esperam desvendar mais mistérios sobre o planeta.

Dados atuais da Grande Mancha:
Tem diâmetro de 16 mil quilômetros.
As primeiras observações sobre sua existência datam de 1830, mas há registros de observações feitas por astrônomos de uma mancha vermelha na superfície de Júpiter no final do século 17
Segundo cientistas, a tormenta parece estar diminuindo de tamanho.

Uma das grandes dúvidas do cientistas é sobre o que dá à Grande Mancha a cor avermelhada. A teoria vigente é que isso seja resultado da presença de nuvens formadas por amoníaco, ácido sulfídrico e água.
Outra questão é por que a tempestade continua ativa depois de centenas de anos. Alguns cientistas acreditam que a tormenta tem raízes profundas, e por isso é necessário investigar que há debaixo das nuvens.
Algo que a Juno tentará fazer em sua próxima aproximação de Júpiter, em setembro.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

ARACNO GAME

Parabéns, você está correto!

Descoberto em 1789 por William Herschel, Encélado é o sexto maior satélite natural de Saturno. A lua Encélado, de Saturno, apresenta um oceano subterrâneo aquecido coberto de gelo. Em uma extraordinária nova descoberta, cientistas confirmaram a existência de uma fonte de energia química imersa na água da lua que é capaz de sustentar organismos vivos aqui na Terra. Encélado é agora oficialmente o melhor lugar além da Terra para procurarmos por vida. além de água aquecida, moléculas orgânicas e certos minerais, essa lua também está produzindo uma fonte acessível de energia que pode possivelmente suportar micróbios alienígenas.
De fato, sabemos que processos hidrotérmicos próximos a aberturas vulcânicas podem sustentar complexos ecossistemas aqui na Terra.


(DEIXE SEU COMENTÁRIO NA POSTAGEM PRA MOSTRAR QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI)

Aperte START para a próxima etapa do jogo, se você não conhece o ARACNO GAME clique em INICIAR.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Qual o maior avião do mundo? O Stratolaunch

Também é chamado de "Ruc", a ave mitológica persa capaz de levantar um elefante


O maior avião do mundo tem duas fuselagens, unidas por uma asa de 117 metros, e agora está estacionado fora do hangar em Mojave.
Utilizando seis turbinas, o avião de 227 toneladas foi projetado para lançar satélites - e levar humanos -, algum dia, em órbitas baixas da Terra.

"Isto marca o fim da fase inicial de construção da aeronave e o começo da fase de testes em terra (...), incluindo turbinas e taxiamento antes do primeiro voo", disse Jean Floyd, CEO da empresa do magnata filantropo e cofundador da Microsoft Paul Allen.
"Stratolaunch está prestes a realizar sua primeira demonstração de lançamento (ao espaço) em 2019", disse Floyd.

O plano é colocar em órbita um foguete Pegasus, usado normalmente para transportar satélites, que irá entre as duas fuselagens.
"Isto marca um passo histórico em nosso trabalho para realizar o sonho de Paul G. Allen de ampliar o acesso à órbita baixa da Terra", destacou o executivo.
A companhia adquiriu dois Boeings 747 usados e os remontou em uma unidade capaz de decolar com uma carga de 590 toneladas.


Quer ir ao espaço? Passagem custa US$ 250 mil

Richard Branson diz que naves estão prontas para levar turistas ao espaço


A Virgin Galactic está desenvolvendo uma aeronave que sairá da atmosfera terrestre. Os passageiros poderão ver a Terra de cima e experimentar o fenômeno da gravidade como astronautas.
Richard Branson, britânico, dono de 60 empresas, espera para o começo do ano que vem a concretização do seu mais ousado plano: levar turistas para viajar para fora da Terra. O preço de um assento nas espaçonaves da Virgin Galactic, sua empresa aeroespacial, precisa desembolsar nada menos que US$ 250 mil.

"Em poucos meses, nossa expedição estará no espaço. Já temos três ou quatro naves espaciais prontas", disse o bilionário dono do Virgin Group durante a abertura da feira Vtex Day, em São Paulo, na noite de terça-feira, dia 30.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

ET de Varginha completa 21 anos e história será revelada

A história é real, os especialistas afirmam e o testemunho é inegável

"Eu sou Rodrigo ARACNO e você está aqui, no ARACNO Área 51. No último sábado, dia 21, pude ser testemunha de um encontro incrível, com pessoas ligadas direta e indiretamente ao caso ET de Varginha. Tive o privilégio de estar com a testemunha chave do caso, Katia Xavier, pude contemplar de perto o trabalho de investigação do maior especialista no caso, Marco Petit e pude acompanhar o excelente trabalho de Marco Leal e a equipe G.E.P.U.S. Deixo meu agradecimento a todos deste evento maravilhoso, respeitoso e com a consciência de revelar a verdade.

Revelações: ET de Varginha

O G.E.P.U.S. fez um evento especial na cidade de Sorocaba SP para comemorar, relembrar e revelar o que está por traz do maior encontro com extraterrestres no Brasil. Esse grande evento trouxe informações impressionantes sobre a Captura de Extraterrestres por parte de nossas Forças armadas no dia 20 de janeiro de 1996. O evento comemorou seu acontecimento de 21 anos e contou com a presença especial da testemunha ocular Katia Xavier que avistou a criatura em um Terreno baldio. Também teve a presença do grande investigador do caso Varginha Marco Petit que apresentou toda sua pesquisa que resultou em um incrível livro detalhando todo o acontecimento dos bastidores do caso que envolveu muito mais informações do que imaginamos. Marco Leal  apresentou seu material de pesquisa do caso dos últimos anos e um material recente de filmagens que fez em torno da consultoria prestada ao documentarista James Fox para o documentário 701 The Movie. O Evento aconteceu no Gabinete de Leitura Sorocabano na Praça Coronel Fernando Prestes nº 21 – Centro. Sorocaba-SP.

Marco Leal, Kátia Xavier, Rodrigo Aracno

Rodrigo Aracno, Marcos Petit


A história, o encontro, as testemunhas
Em 20 de Janeiro de 2017, uma das histórias mais incríveis ligadas ao mundo UFO, completou 21 anos.
A história começa em janeiro de 1996. Após uma sequência de acontecimentos, três meninas afirmam ter avistado uma criatura estranha em um terreno baldio em Varginha. “Estava com as mãos no meio das pernas, braços bem finos, os olhos eram duas bolas vermelhas. Um homem ou um animal não era, de jeito nenhum”, contou Valquíria Aparecida da Silva, com 14 anos na época.
Os envolvidos no caso seguiram suas vidas, mas neste ano uma das meninas reafirmou o caso e um dos ufólogos disse que houve uma tentativa de acobertar a verdade. Já o legista Badan Palhares se disse constrangido por ter o nome ligado à história. 20 anos depois, o caso continua cheio de mistérios e incertezas.
Após 20 anos, testemunha reafirma história que originou 'ET de Varginha'. Kátia Xavier falou sobre caso para a EPTV Sul de Minas, hoje com 42 anos, ela reafirma o que viu e diz ter bastante orgulho.
"Ele era marrom, com os olhos vermelhos, com o pescoço comprido, com o corpo bem oleoso, com a mão grande, com dedos cumpridos. Não era o morador (apontado pelo Exército como sendo a criatura) porque eu conhecia ele, se fosse ele eu ia tirar de letra. Nunca mais eu vou esquecer, já passou 20 anos, mas para mim parece que foi ontem. Não tem como apagar da mente", disse Kátia.
Kátia contou que após a história vir à tona, muita coisa mudou na vida dela e das meninas Valquíria e Liliane, que hoje preferem não falar sobre o caso.
"Mudou, você não vive da mesma forma que você vivia né. Muita gente fala que a gente é mentirosa, que não aconteceu nada em Varginha, que a gente fez para aparecer, mudou nesse aspecto em relação às pessoas. Eu no meu ponto de vista, eu fico quieta, pois se discutir é pior. As meninas que ficam constrangidas. Sempre falaram isso na cidade, o pessoal comenta. Eu podia ter aparecido de outra forma. Falo tranquilamente sobre o assunto, porque é a minha história. Não adianta ficar mentindo, enganando", disse Kátia.



sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Planetas alienígenas serão fotografados por chip

Chip será testado no Observatório Nacional Australiano

Um novo chip óptico desenvolvido especialmente para ser usado em telescópios permitirá aos astrônomos obterem uma visão clara de exoplanetas que possam abrigar vida, aqueles na chamada zona habitável de suas estrelas.
Observar diretamente os exoplanetas é essencial para estudar suas atmosferas, em busca de sinais biológicos. Mas é muito difícil enxergar qualquer coisa que não emita luz e que esteja ao lado de uma estrela porque a luz da estrela ofusca tudo.
O que o novo chip faz é remover a luz da estrela hospedeira, permitindo obter uma imagem clara dos planetas ao seu redor.
Ele funciona de forma semelhante aos fones de ouvido dotados de cancelamento de ruído, só que trabalha com luz, em vez de som.

"O chip usa o calor emitido pelo planeta para ver através das nuvens de poeira e ver planetas se formando. Em última análise, a mesma tecnologia nos permitirá detectar o ozônio em planetas alienígenas que poderiam suportar vida," explicou Kenchington Goldsmith, que construiu o chip em parceria com colegas das universidades de Sidney e Nacional Australiana.

Veja mais