quinta-feira, 4 de julho de 2019

Eclipse visto da Lua. Satélite flagra momento em que a sombra está sobre a Terra

"O eclipse é aquele pontinho escuro nas fotos." - Meire Ruiz

O telescópio Dwingeloo rastreou o satélite lunar DSLWP-B na quarta-feira, 3 de julho, das 6:00 às 10:00 UTC, e recebeu imagens FANTÁSTICAS do eclipse solar feitas da órbita lunar.
Os dados foram transmitidos para o WebSDR (As imagens 97,98, 99, 100)







sexta-feira, 28 de junho de 2019

ARACNO GAME

PARABÉNS! Sua resposta está correta.


Os círculos nas plantações, também chamados de agroglifos, são formações de tamanho considerável criadas por meio do achatamento de uma cultura, como cereais, colza, cana e capim. Estas marcas em plantações normalmente são complexas e nem sempre apresentam forma circular.

Ainda existe muito mistério por trás desses fenômenos. Estudiosos alegam causas naturais misteriosas ou de origem alienígena. Já o consenso científico é de que quase todos os casos são feitos pelo homem, com poucas exceções possivelmente formadas por fenômenos naturais ou meteorológicos.


Independente da origem, são símbolos desenhados em plantações, onde só se vê a grandeza dos detalhes quando sobrevoado em grande altura.

(DEIXE SEU COMENTÁRIO NA POSTAGEM PRA MOSTRAR QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI)

Aperte START para continuar o jogo, se você não conhece o ARACNO GAME clique em INICIAR.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Eclipse lunar de 2019 - Lua de Sangue

Primeiro grande evento astronômico de 2019 poderá ser observado a partir da 00h36 da segunda-feira (21) em todo o Brasil.


O eclipse irá durar, desde a hora que a Lua entra na penumbra e sai dela totalmente, por volta de 5 horas e 11 minutos. A duração do mergulho da Lua na parte mais escura da sombra da Terra, deve durar 3 horas e 16 minutos. Se você não conseguir ou não quiser ficar esse tempo todo vendo a Lua, pode se concentrar no intervalo entre 02h41 e 03h43, que é o período em que a Lua estará mais escura e alaranjada. O grau de alaranjado só dá para saber na hora mesmo.
Em julho deste ano, haverá outro eclipse visível no Brasil, será parcial (a Lua entra parcialmente na umbra), e nem todo o país vai poder acompanhar por completo. O próximo eclipse lunar total visto no Brasil será apenas em 2025.






quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

DE CARONA COM OS ÓVNIS - No History


ESTREIA: SEXTA, 07/12, ÀS 23H20
Um curto trecho de estrada coberto por uma densa neblina na divisa de Santa Catarina com o Paraná. Fenômeno este que precede o surgimento de naves triangulares e panes elétricas nos carros da região. Seria a mesma neblina relatada durante a longa caçada ao chupa-cabras no início dos anos 90? Estaria uma coisa ligada à outra? Tarefa para o Mochileiro tentar desvendar, assim que refizer as pegadas dum obcecado pesquisador. O homem que, ao longo de meses, reuniu incríveis provas da estranha criatura responsável por vitimar centenas de animais em chácaras de três estados do país.


A série terá 13 episódios mostrando tudo sobre os casos mais interessantes de aparições de ÓVNIS no Brasil. As gravações aconteceram em Minas do Camaquã/RS, Litoral Norte/RS (será neste episódio que participarei), Ipuaçu-SC, Itapoá/SC e Campina Grande do Sul/PR, Peruíbe/SP, Conservatória/RJ, Varginha/MG, São Tomé das Letras/MG, Chapada dos Veadeiros/GO, Chapada Diamantina/BA, Guarabira/PB, Quixadá/CE e Ilha de Colares/PA.
Parabéns para Frederico Morsch, Eduardo Cabeda, Cristiano Seifert, Leandro Lefa, Marco Aurelio Leal, Roberto Coutinho, Cláudio Xarão, Débora Palhares e toda a equipe de profissionais que realizou este magnífico e audacioso projeto em solo brasileiro.


"Queridos amigos, gostaria imensamente de agradecer a todos os meus amigos da equipe do DE CARONA COM OS ÓVNIS, pois foram momentos inesquecíveis de gravações e que nos proporcionaram conhecer muitas pessoas especias em vários estados brasileiros. Agradeço imensamente ao apresentador Frederico Morsch que se tornou um grande irmão junto ao Diretor Eduardo Cabeda pelos momentos desfrutados nesses últimos anos.

Nesta sexta-feira, dia 07 de dezembro, às 23h20, o canal History estreia a inédita série nacional "De Carona Com os Óvnis". A produção original acompanha o mochileiro Fred Morsch em suas visitas a locais de intensa atividade ufológica no país.

O Brasil é um dos detentores da maior concentração de hot spots, termo usado para se referir aos locais onde foram relatadas, ao longo de décadas, manifestações diversas como abduções, ataques com luzes, desenhos enigmáticos em plantações – os chamados crop circles – e até avistamentos.

Entre os lugares visitados por Fred e a equipe do programa estão Itapoá (SC),Varginha (MG), Chapada Diamantina (BA), Peruíbe (SP), Quixadá (CE), São Thomé das Letras (MG), Serra da Beleza (RJ), Chapada dos Veadeiros (GO), Ilha de Colares (PA), Minas do Camaquã (RS), Cidreira / Tramandaí (RS), Ipuaçu (SC), Campina Grande do Sul (PR).

Nos destinos, são realizadas entrevistas com moradores, personagens reais e testemunhas de eventos inexplicáveis, todas comentadas por especialistas do fenômeno UFO.

Convido a todos a sintonizar nesta sexta-feira 07/12 no Canal The History Channel as 23:20. Um grande abraço a todos." - Marco Aurelio Leal

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Objeto interestelar pode ter sido enviado à Terra por alienígenas

A hipótese é de que a rota do ‘Oumuamua’ pode ter sido direcionada, e não aleatória. Porém, Cientistas rejeitam teoria 'alienígena' de Harvard sobre objeto interestelar


Cientistas do Centro de Astrofísica de Harvard acreditam que o ‘Oumuamua’, objeto interestelar descoberto no ano passado no Havaí, pode ter sido enviado à Terra por alienígenas. Eles levantaram a hipótese em artigo publicado na quinta-feira, dia 01, quando tentavam explicar a aceleração do objeto.
Os astrofísicos admitiram a possibilidade de que a rota do Oumuamua tenha sido direcionada, e não aleatória. “Pode ser uma sonda totalmente operacional enviada intencionalmente para as proximidades da Terra por uma civilização alienígena”, dizem.
A possibilidade da sonda direcionada por extraterrestres explica uma discrepância na frequência com que o objeto é visto, explica Renato Vicente, físico e vice-presidente do Instituto Principia, em São Paulo.
Vicente faz, no entanto, algumas ressalvas. “A explicação do objeto artificial parece fácil, mas não é. Envolve uma história anterior. Para ter uma civilização capaz disso, é preciso assumir que existe essa evolução numa sociedade, com a capacidade de fazer viagens interestelares. E a gente tenta assumir a menor quantidade de coisas possível”, lembra.

Na pesquisa, os astrofísicos de Harvard discutiram a possibilidade de que a pressão da radiação solar poderia estar por trás da aceleração do Oumuamua. Se esse for o caso, então o objeto “representa uma nova classe de material interestelar fino, ou produzido naturalmente, ou de origem artificial”, afirmam Abraham Loeb e Shmuel Bialy, autores do estudo. (Veja a conclusão dessa matéria no G1.)

Cientistas rejeitam teoria 'alienígena' de Harvard sobre objeto interestelar

Os cientistas rejeitaram esta teoria pouco depois da descoberta do objeto. Não foram encontrados sinais artificiais provenientes do corpo. "Como a maioria dos cientistas, eu adoraria que existisse uma evidência irrefutável da vida extraterrestre, mas não é o caso", disse Alan Fitzsimmons, astrofísico da Universidade de Queens, em Belfast.
"Já se demonstrou que suas características observadas são consistentes com um corpo similar a um cometa expulso de outro sistema estelar", disse à AFP. "E alguns dos argumentos neste estudo se baseiam em cifras com grandes incertezas".

Katie Mack, astrofísica da Universidade do Estado da Carolina do Norte, também se mostrou em desacordo com a abordagem extraterrestre.

"É preciso entender que os cientistas ficam perfeitamente felizes em publicar uma ideia extravagante se ela tiver a mínima chance de não estar errada", escreveu no Twitter.
"Mas até que todas as outras possibilidades tenham se esgotado dezenas de vezes, até mesmo os autores provavelmente não acreditam nela", acrescentou. (Veja a conclusão dessa matéria no G1)

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Lua de Sangue, saiba como observar e o motivo deste nome


O maior eclipse lunar do século XXI poderá ser visto do Brasil na próxima sexta-feira, 27. O fenômeno, também conhecido como “Lua de Sangue”

Na parte leste do país, onde ficam estados como Rio de Janeiro e Bahia, a Lua nascerá durante a fase total do eclipse. No oeste, entretanto, os brasileiros vão observar a Lua em sua fase parcial.

O Observatório Nacional recomenda que as pessoas busquem um local onde é possível ver o céu perto do horizonte a leste.

A partir das 18h13, a Lua sai da sombra mais escura — o movimento marca o início do eclipse parcial, que vai até as 19h19. Depois, começa a fase penumbral, quando a Lua entra em sua sombra mais clara. A “Lua de Sangue” terminará às 20h29.



Lua de Sangue?
Para que ocorra um eclipse, Terra, Lua e Sol devem estar alinhados. Dependendo da ordem, o resultado é um eclipse solar (com a Lua entre o Sol e a Terra) ou lunar (a Terra entre o Sol e a Lua). Os eclipses podem ser totais, parciais ou penumbrais. O eclipse lunar total ocorre quando o satélite entra completamente na zona de sombra projetada pela Terra. Por causa da coloração avermelhada que a Lua adquire durante o fenômeno, ela recebe a denominação informal de “Lua de Sangue”.
Isso acontece porque os raios do Sol são bloqueados pela Terra, mas passam pela atmosfera. A luz é a soma de todas as cores (arco-íris) e cada uma delas se comporta de uma forma quando chega na camada de ar ao redor do nosso planeta. A cor azul, por exemplo, se espalha muito mais que a vermelha - que acaba predominando. Por isso, teremos a versão mais "quente" do nosso satélite.




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