quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

DE CARONA COM OS ÓVNIS - No History


ESTREIA: SEXTA, 07/12, ÀS 23H20
Um curto trecho de estrada coberto por uma densa neblina na divisa de Santa Catarina com o Paraná. Fenômeno este que precede o surgimento de naves triangulares e panes elétricas nos carros da região. Seria a mesma neblina relatada durante a longa caçada ao chupa-cabras no início dos anos 90? Estaria uma coisa ligada à outra? Tarefa para o Mochileiro tentar desvendar, assim que refizer as pegadas dum obcecado pesquisador. O homem que, ao longo de meses, reuniu incríveis provas da estranha criatura responsável por vitimar centenas de animais em chácaras de três estados do país.


A série terá 13 episódios mostrando tudo sobre os casos mais interessantes de aparições de ÓVNIS no Brasil. As gravações aconteceram em Minas do Camaquã/RS, Litoral Norte/RS (será neste episódio que participarei), Ipuaçu-SC, Itapoá/SC e Campina Grande do Sul/PR, Peruíbe/SP, Conservatória/RJ, Varginha/MG, São Tomé das Letras/MG, Chapada dos Veadeiros/GO, Chapada Diamantina/BA, Guarabira/PB, Quixadá/CE e Ilha de Colares/PA.
Parabéns para Frederico Morsch, Eduardo Cabeda, Cristiano Seifert, Leandro Lefa, Marco Aurelio Leal, Roberto Coutinho, Cláudio Xarão, Débora Palhares e toda a equipe de profissionais que realizou este magnífico e audacioso projeto em solo brasileiro.


"Queridos amigos, gostaria imensamente de agradecer a todos os meus amigos da equipe do DE CARONA COM OS ÓVNIS, pois foram momentos inesquecíveis de gravações e que nos proporcionaram conhecer muitas pessoas especias em vários estados brasileiros. Agradeço imensamente ao apresentador Frederico Morsch que se tornou um grande irmão junto ao Diretor Eduardo Cabeda pelos momentos desfrutados nesses últimos anos.

Nesta sexta-feira, dia 07 de dezembro, às 23h20, o canal History estreia a inédita série nacional "De Carona Com os Óvnis". A produção original acompanha o mochileiro Fred Morsch em suas visitas a locais de intensa atividade ufológica no país.

O Brasil é um dos detentores da maior concentração de hot spots, termo usado para se referir aos locais onde foram relatadas, ao longo de décadas, manifestações diversas como abduções, ataques com luzes, desenhos enigmáticos em plantações – os chamados crop circles – e até avistamentos.

Entre os lugares visitados por Fred e a equipe do programa estão Itapoá (SC),Varginha (MG), Chapada Diamantina (BA), Peruíbe (SP), Quixadá (CE), São Thomé das Letras (MG), Serra da Beleza (RJ), Chapada dos Veadeiros (GO), Ilha de Colares (PA), Minas do Camaquã (RS), Cidreira / Tramandaí (RS), Ipuaçu (SC), Campina Grande do Sul (PR).

Nos destinos, são realizadas entrevistas com moradores, personagens reais e testemunhas de eventos inexplicáveis, todas comentadas por especialistas do fenômeno UFO.

Convido a todos a sintonizar nesta sexta-feira 07/12 no Canal The History Channel as 23:20. Um grande abraço a todos." - Marco Aurelio Leal

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Objeto interestelar pode ter sido enviado à Terra por alienígenas

A hipótese é de que a rota do ‘Oumuamua’ pode ter sido direcionada, e não aleatória. Porém, Cientistas rejeitam teoria 'alienígena' de Harvard sobre objeto interestelar


Cientistas do Centro de Astrofísica de Harvard acreditam que o ‘Oumuamua’, objeto interestelar descoberto no ano passado no Havaí, pode ter sido enviado à Terra por alienígenas. Eles levantaram a hipótese em artigo publicado na quinta-feira, dia 01, quando tentavam explicar a aceleração do objeto.
Os astrofísicos admitiram a possibilidade de que a rota do Oumuamua tenha sido direcionada, e não aleatória. “Pode ser uma sonda totalmente operacional enviada intencionalmente para as proximidades da Terra por uma civilização alienígena”, dizem.
A possibilidade da sonda direcionada por extraterrestres explica uma discrepância na frequência com que o objeto é visto, explica Renato Vicente, físico e vice-presidente do Instituto Principia, em São Paulo.
Vicente faz, no entanto, algumas ressalvas. “A explicação do objeto artificial parece fácil, mas não é. Envolve uma história anterior. Para ter uma civilização capaz disso, é preciso assumir que existe essa evolução numa sociedade, com a capacidade de fazer viagens interestelares. E a gente tenta assumir a menor quantidade de coisas possível”, lembra.

Na pesquisa, os astrofísicos de Harvard discutiram a possibilidade de que a pressão da radiação solar poderia estar por trás da aceleração do Oumuamua. Se esse for o caso, então o objeto “representa uma nova classe de material interestelar fino, ou produzido naturalmente, ou de origem artificial”, afirmam Abraham Loeb e Shmuel Bialy, autores do estudo. (Veja a conclusão dessa matéria no G1.)

Cientistas rejeitam teoria 'alienígena' de Harvard sobre objeto interestelar

Os cientistas rejeitaram esta teoria pouco depois da descoberta do objeto. Não foram encontrados sinais artificiais provenientes do corpo. "Como a maioria dos cientistas, eu adoraria que existisse uma evidência irrefutável da vida extraterrestre, mas não é o caso", disse Alan Fitzsimmons, astrofísico da Universidade de Queens, em Belfast.
"Já se demonstrou que suas características observadas são consistentes com um corpo similar a um cometa expulso de outro sistema estelar", disse à AFP. "E alguns dos argumentos neste estudo se baseiam em cifras com grandes incertezas".

Katie Mack, astrofísica da Universidade do Estado da Carolina do Norte, também se mostrou em desacordo com a abordagem extraterrestre.

"É preciso entender que os cientistas ficam perfeitamente felizes em publicar uma ideia extravagante se ela tiver a mínima chance de não estar errada", escreveu no Twitter.
"Mas até que todas as outras possibilidades tenham se esgotado dezenas de vezes, até mesmo os autores provavelmente não acreditam nela", acrescentou. (Veja a conclusão dessa matéria no G1)

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Lua de Sangue, saiba como observar e o motivo deste nome


O maior eclipse lunar do século XXI poderá ser visto do Brasil na próxima sexta-feira, 27. O fenômeno, também conhecido como “Lua de Sangue”

Na parte leste do país, onde ficam estados como Rio de Janeiro e Bahia, a Lua nascerá durante a fase total do eclipse. No oeste, entretanto, os brasileiros vão observar a Lua em sua fase parcial.

O Observatório Nacional recomenda que as pessoas busquem um local onde é possível ver o céu perto do horizonte a leste.

A partir das 18h13, a Lua sai da sombra mais escura — o movimento marca o início do eclipse parcial, que vai até as 19h19. Depois, começa a fase penumbral, quando a Lua entra em sua sombra mais clara. A “Lua de Sangue” terminará às 20h29.



Lua de Sangue?
Para que ocorra um eclipse, Terra, Lua e Sol devem estar alinhados. Dependendo da ordem, o resultado é um eclipse solar (com a Lua entre o Sol e a Terra) ou lunar (a Terra entre o Sol e a Lua). Os eclipses podem ser totais, parciais ou penumbrais. O eclipse lunar total ocorre quando o satélite entra completamente na zona de sombra projetada pela Terra. Por causa da coloração avermelhada que a Lua adquire durante o fenômeno, ela recebe a denominação informal de “Lua de Sangue”.
Isso acontece porque os raios do Sol são bloqueados pela Terra, mas passam pela atmosfera. A luz é a soma de todas as cores (arco-íris) e cada uma delas se comporta de uma forma quando chega na camada de ar ao redor do nosso planeta. A cor azul, por exemplo, se espalha muito mais que a vermelha - que acaba predominando. Por isso, teremos a versão mais "quente" do nosso satélite.




Água em estado líquido é descoberta em Marte

É a primeira evidência de água permanente no planeta

Imagem ilustrativa
Um maciço lago subterrâneo foi detectado em Marte pela primeira vez, o que representa o maior corpo de água em estado líquido já encontrado no Planeta Vermelho, segundo anunciaram nesta quarta-feira, dia 25, cientistas em um estudo publicado na revista Science.
Marte, hoje, é um planeta frio, árido e deserto, mas estudos anteriores sugerem que o astro costumava ser quente e úmido e abrigava muita água líquida há pelo menos 3,6 bilhões de anos. Há, inclusive, indícios de moléculas orgânicas que podem ter se desenvolvido no planeta naquela época.
A água líquida é um dos pré-requisitos essenciais para o surgimento da vida e um dos principais elementos pelos quais os cientistas procuram em qualquer planeta. A descoberta em um dos nossos vizinhos no Sistema Solar aumenta ainda mais a expectativa de que pequenos microrganismos possam habitar esse lago subterrâneo, indica a pesquisa.


sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Óvni deixa vegetação amaçada em Peruíbe SP

A aparição mais recente havia acontecido em 2008, quando uma marca ovalada apareceu no bairro São José.

O episódio ocorreu em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Moradores relataram terem visto uma luz em um terreno durante a madrugada de 7 de outubro, e encontraram a vegetação amassada ao amanhecer, mas foi mantido em sigilo para não chamar a atenção de curiosos. Na quinta-feira, dia 19, foi divulgado pela prefeitura, aproximadamente 100 pessoas se aglomeravam no local que é analisado.

Imagem PAULO PILON

"Analisamos nos últimos dias e já constatamos que trata-se de algo que não foi feito por um humano. Foi um OVNI, realmente, que pousou ali em movimentos circulares, de modo que a vegetação foi apenas amassada", explica o pesquisador Saga Susseliton Souza.

Conforme relatos de moradores colhidos por ele, na ocasião do suposto pouso, as residências no entorno ficaram sem energia elétrica. "Temos um casal que relata que viu um feixe de luz nesse terreno e, em outro momento, essa luz se aproximou da casa deles".

A propriedade localiza-se nos fundos de uma casa na Rua 19, no bairro Balneário São João Batista 3, local afastado da região central da cidade. As marcas têm pouco mais de 13 metros de comprimento e dois de largura. O terreno foi cercado pela Prefeitura para evitar aglomerações que prejudiquem o trabalho dos pesquisadores.

Plantas do tipo taboa, que foram amassadas de forma ainda não explicada, foram colhidas no terreno onde se deu a ocorrência, e analisadas pelo biólogo Paulo Aníbal. Conforme um relatório que a equipe de investigação, composta ainda pelos consultores da Revista UFO Saga Susseliton Souza, Paulo Pilon e Marco Leal, além da pesquisadora independente Sandra Casagrande, "Verificou-se que algumas folhas e inflorescências das taboas que foram deitadas tinham as pontas levemente carbonizadas, ao passo que as taboas fora da marca estão com algumas folhas com as pontas apenas secas, nunca enegrecidas por algum processo calorífico".

Outra informação importante é o fato de que o funcionário da prefeitura que pilotou o drone, responsável por obter imagens aéreas do local, relatou dificuldades em controlar o aparelho. Veja todas as informações desse evento na matéria da Revista UFO.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Voyagers completam 40 anos e sua viagem não tem limites

Apesar de sua grande distância, elas continuam a se comunicar diariamente com a NASA

As naves espaciais mais distantes e de maior longevidade já fabricadas pela humanidade, as Voyagers 1 e 2, completam 40 anos de operação e exploração neste mês de agosto e em setembro.
Cada uma das sondas carrega um disco dourado com registros de sons, imagens e mensagens da Terra. Como elas teoricamente poderão durar bilhões de anos no espaço, essas cápsulas circulares do tempo poderão um dia ser um dos únicos vestígios da civilização humana.
"Eu acredito que poucas missões podem sequer se comparar às conquistas das naves espaciais Voyager durante suas quatro décadas de exploração," disse Thomas Zurbuchen, administrador de ciências da NASA. "Elas nos educaram para as maravilhas desconhecidas do Universo e verdadeiramente inspiraram a humanidade para continuar explorando nosso Sistema Solar e além".

Até quando?
Como a energia dos geradores de radioisótopos das duas sondas Voyager diminui em quatro watts por ano, os engenheiros estão aprendendo a operar as naves sob restrições de potência cada vez mais apertadas. Para isso eles frequentemente precisam mandar buscar engenheiros aposentados há muito anos, os responsáveis pelo projeto e construção das duas sondas, para que eles lhes mostrem como lidar com programas escritos em linguagens de programação não mais usadas, projetadas para rodar em computadores que não existem mais.

Os membros atuais da equipe estimam que terão que desligar o último instrumento científico por volta de 2030.
No entanto, mesmo depois que as duas naves espaciais humanas pioneiras se calarem, elas continuarão em suas trajetórias na velocidade atual, de cerca de 48.280 quilômetros por hora em relação à Terra, completando uma órbita dentro da Via Láctea a cada 225 milhões de anos.


As descobertas das sondas Voyager

As duas sondas Voyager estabeleceram inúmeros recordes em suas jornadas.

Em 2012, a Voyager 1, lançada em 5 de setembro de 1977, tornou-se a primeira nave terrestre a entrar no espaço interestelar.

A Voyager 2, lançada em 20 de agosto de 1977, é a única nave espacial a ter sobrevoado os quatro planetas externos - Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Seus numerosos encontros planetários incluem a descoberta dos primeiros vulcões ativos além da Terra, na lua de Júpiter Io; sinais de um oceano subterrâneo na lua de Júpiter Europa; a atmosfera mais parecida com a Terra no Sistema Solar, na lua Titã de Saturno; a lua gelada Miranda em Urano; e gêiseres gelados na lua Triton de Netuno.

Embora tenham deixado os planetas para trás há muito tempo - e não chegarão nem remotamente perto de outra estrela nos próximos 40 mil anos - as duas sondas ainda enviam observações sobre condições em que a influência do nosso Sol diminui e o espaço interestelar começa.

A Voyager 1, agora a quase 21 bilhões de quilômetros da Terra, viaja através do espaço interestelar rumo "norte" - ascendendo em relação ao plano dos planetas. Ela revelou que os raios cósmicos, núcleos atômicos acelerados a quase a velocidade da luz, são quatro vezes mais abundantes no espaço interestelar do que nas proximidades da Terra. Isso significa que a heliosfera, a "bolha" que contém os planetas do nosso Sistema Solar e o vento solar efetivamente funcionam como um escudo de radiação para os planetas. Os dados da Voyager 1 também sugerem que o campo magnético do meio interestelar local envolve a heliosfera.

A Voyager 2, agora a quase 18 bilhões de quilômetros da Terra, viaja para o "sul" e espera-se que ela entre no espaço interestelar nos próximos anos. As diferentes localizações das duas Voyagers permitem que os cientistas comparem agora duas regiões do espaço onde a heliosfera interage com o meio interestelar envolvente usando instrumentos que medem partículas carregadas, campos magnéticos, ondas de rádio de baixa frequência e plasma do vento solar. Quando a Voyager 2 atravessar o meio interestelar, também será possível comparar esse ambiente de dois locais diferentes simultaneamente.

Informações da NASA - Fonte da Matéria: Inovação Tecnológica

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A Grande Mancha Vermelha de Júpiter

Fotos inéditas da sonda Juno revelam imagens incríveis da mancha duas vezes maior que o Planeta Terra


Nasa, a agência espacial americana, publicou na quinta-feira, dia 13, imagens inéditas da Grande Mancha Vermelha de Júpiter, feitas pela sona Juno na semana passada.
A espaçonave sobrevoou a cerca de apenas 10 mil km de altura a imensa e violenta tempestade que há séculos assola o maior plante do sistema solar.
De acordo com cálculos dos cientistas, a Grande Mancha é duas vezes maior que a Terra e seus ventos sopram a mais de 640 km por hora.

Viajando a uma velocidade de 50 km por segundo, a Juno recolheu informações que a Nasa acredita serem fundamentais para entender o fenômeno que astrônomos observam desde o início do século 19.
"Durante centenas de anos, os cientistas observam e se questionam sobre a Grande Mancha", disse o cientista-chefe da missão, Scott Bolton.
"Agora temos as melhores imagens dessa tempestade famosa. Precisaremos de algum tempo para analisar todo os dados enviados pela sonda e seus oito instrumento científicos para lançarmos nova luz sobre passado, presente e futuro da Grande Mancha".

A grande mancha está perdendo força
O sobrevoo da Grande Mancha fez parte da sexta volta que a sonda deu ao redor de Júpiter - a primeira ocorreu em 27 de agosto do ano passado -, em que os cientistas esperam desvendar mais mistérios sobre o planeta.

Dados atuais da Grande Mancha:
Tem diâmetro de 16 mil quilômetros.
As primeiras observações sobre sua existência datam de 1830, mas há registros de observações feitas por astrônomos de uma mancha vermelha na superfície de Júpiter no final do século 17
Segundo cientistas, a tormenta parece estar diminuindo de tamanho.

Uma das grandes dúvidas do cientistas é sobre o que dá à Grande Mancha a cor avermelhada. A teoria vigente é que isso seja resultado da presença de nuvens formadas por amoníaco, ácido sulfídrico e água.
Outra questão é por que a tempestade continua ativa depois de centenas de anos. Alguns cientistas acreditam que a tormenta tem raízes profundas, e por isso é necessário investigar que há debaixo das nuvens.
Algo que a Juno tentará fazer em sua próxima aproximação de Júpiter, em setembro.

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