quarta-feira, 25 de julho de 2018

Lua de Sangue, saiba como observar e o motivo deste nome


O maior eclipse lunar do século XXI poderá ser visto do Brasil na próxima sexta-feira, 27. O fenômeno, também conhecido como “Lua de Sangue”

Na parte leste do país, onde ficam estados como Rio de Janeiro e Bahia, a Lua nascerá durante a fase total do eclipse. No oeste, entretanto, os brasileiros vão observar a Lua em sua fase parcial.

O Observatório Nacional recomenda que as pessoas busquem um local onde é possível ver o céu perto do horizonte a leste.

A partir das 18h13, a Lua sai da sombra mais escura — o movimento marca o início do eclipse parcial, que vai até as 19h19. Depois, começa a fase penumbral, quando a Lua entra em sua sombra mais clara. A “Lua de Sangue” terminará às 20h29.



Lua de Sangue?
Para que ocorra um eclipse, Terra, Lua e Sol devem estar alinhados. Dependendo da ordem, o resultado é um eclipse solar (com a Lua entre o Sol e a Terra) ou lunar (a Terra entre o Sol e a Lua). Os eclipses podem ser totais, parciais ou penumbrais. O eclipse lunar total ocorre quando o satélite entra completamente na zona de sombra projetada pela Terra. Por causa da coloração avermelhada que a Lua adquire durante o fenômeno, ela recebe a denominação informal de “Lua de Sangue”.
Isso acontece porque os raios do Sol são bloqueados pela Terra, mas passam pela atmosfera. A luz é a soma de todas as cores (arco-íris) e cada uma delas se comporta de uma forma quando chega na camada de ar ao redor do nosso planeta. A cor azul, por exemplo, se espalha muito mais que a vermelha - que acaba predominando. Por isso, teremos a versão mais "quente" do nosso satélite.




Água em estado líquido é descoberta em Marte

É a primeira evidência de água permanente no planeta

Imagem ilustrativa
Um maciço lago subterrâneo foi detectado em Marte pela primeira vez, o que representa o maior corpo de água em estado líquido já encontrado no Planeta Vermelho, segundo anunciaram nesta quarta-feira, dia 25, cientistas em um estudo publicado na revista Science.
Marte, hoje, é um planeta frio, árido e deserto, mas estudos anteriores sugerem que o astro costumava ser quente e úmido e abrigava muita água líquida há pelo menos 3,6 bilhões de anos. Há, inclusive, indícios de moléculas orgânicas que podem ter se desenvolvido no planeta naquela época.
A água líquida é um dos pré-requisitos essenciais para o surgimento da vida e um dos principais elementos pelos quais os cientistas procuram em qualquer planeta. A descoberta em um dos nossos vizinhos no Sistema Solar aumenta ainda mais a expectativa de que pequenos microrganismos possam habitar esse lago subterrâneo, indica a pesquisa.


sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Óvni deixa vegetação amaçada em Peruíbe SP

A aparição mais recente havia acontecido em 2008, quando uma marca ovalada apareceu no bairro São José.

O episódio ocorreu em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Moradores relataram terem visto uma luz em um terreno durante a madrugada de 7 de outubro, e encontraram a vegetação amassada ao amanhecer, mas foi mantido em sigilo para não chamar a atenção de curiosos. Na quinta-feira, dia 19, foi divulgado pela prefeitura, aproximadamente 100 pessoas se aglomeravam no local que é analisado.

Imagem PAULO PILON

"Analisamos nos últimos dias e já constatamos que trata-se de algo que não foi feito por um humano. Foi um OVNI, realmente, que pousou ali em movimentos circulares, de modo que a vegetação foi apenas amassada", explica o pesquisador Saga Susseliton Souza.

Conforme relatos de moradores colhidos por ele, na ocasião do suposto pouso, as residências no entorno ficaram sem energia elétrica. "Temos um casal que relata que viu um feixe de luz nesse terreno e, em outro momento, essa luz se aproximou da casa deles".

A propriedade localiza-se nos fundos de uma casa na Rua 19, no bairro Balneário São João Batista 3, local afastado da região central da cidade. As marcas têm pouco mais de 13 metros de comprimento e dois de largura. O terreno foi cercado pela Prefeitura para evitar aglomerações que prejudiquem o trabalho dos pesquisadores.

Plantas do tipo taboa, que foram amassadas de forma ainda não explicada, foram colhidas no terreno onde se deu a ocorrência, e analisadas pelo biólogo Paulo Aníbal. Conforme um relatório que a equipe de investigação, composta ainda pelos consultores da Revista UFO Saga Susseliton Souza, Paulo Pilon e Marco Leal, além da pesquisadora independente Sandra Casagrande, "Verificou-se que algumas folhas e inflorescências das taboas que foram deitadas tinham as pontas levemente carbonizadas, ao passo que as taboas fora da marca estão com algumas folhas com as pontas apenas secas, nunca enegrecidas por algum processo calorífico".

Outra informação importante é o fato de que o funcionário da prefeitura que pilotou o drone, responsável por obter imagens aéreas do local, relatou dificuldades em controlar o aparelho. Veja todas as informações desse evento na matéria da Revista UFO.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Voyagers completam 40 anos e sua viagem não tem limites

Apesar de sua grande distância, elas continuam a se comunicar diariamente com a NASA

As naves espaciais mais distantes e de maior longevidade já fabricadas pela humanidade, as Voyagers 1 e 2, completam 40 anos de operação e exploração neste mês de agosto e em setembro.
Cada uma das sondas carrega um disco dourado com registros de sons, imagens e mensagens da Terra. Como elas teoricamente poderão durar bilhões de anos no espaço, essas cápsulas circulares do tempo poderão um dia ser um dos únicos vestígios da civilização humana.
"Eu acredito que poucas missões podem sequer se comparar às conquistas das naves espaciais Voyager durante suas quatro décadas de exploração," disse Thomas Zurbuchen, administrador de ciências da NASA. "Elas nos educaram para as maravilhas desconhecidas do Universo e verdadeiramente inspiraram a humanidade para continuar explorando nosso Sistema Solar e além".

Até quando?
Como a energia dos geradores de radioisótopos das duas sondas Voyager diminui em quatro watts por ano, os engenheiros estão aprendendo a operar as naves sob restrições de potência cada vez mais apertadas. Para isso eles frequentemente precisam mandar buscar engenheiros aposentados há muito anos, os responsáveis pelo projeto e construção das duas sondas, para que eles lhes mostrem como lidar com programas escritos em linguagens de programação não mais usadas, projetadas para rodar em computadores que não existem mais.

Os membros atuais da equipe estimam que terão que desligar o último instrumento científico por volta de 2030.
No entanto, mesmo depois que as duas naves espaciais humanas pioneiras se calarem, elas continuarão em suas trajetórias na velocidade atual, de cerca de 48.280 quilômetros por hora em relação à Terra, completando uma órbita dentro da Via Láctea a cada 225 milhões de anos.


As descobertas das sondas Voyager

As duas sondas Voyager estabeleceram inúmeros recordes em suas jornadas.

Em 2012, a Voyager 1, lançada em 5 de setembro de 1977, tornou-se a primeira nave terrestre a entrar no espaço interestelar.

A Voyager 2, lançada em 20 de agosto de 1977, é a única nave espacial a ter sobrevoado os quatro planetas externos - Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Seus numerosos encontros planetários incluem a descoberta dos primeiros vulcões ativos além da Terra, na lua de Júpiter Io; sinais de um oceano subterrâneo na lua de Júpiter Europa; a atmosfera mais parecida com a Terra no Sistema Solar, na lua Titã de Saturno; a lua gelada Miranda em Urano; e gêiseres gelados na lua Triton de Netuno.

Embora tenham deixado os planetas para trás há muito tempo - e não chegarão nem remotamente perto de outra estrela nos próximos 40 mil anos - as duas sondas ainda enviam observações sobre condições em que a influência do nosso Sol diminui e o espaço interestelar começa.

A Voyager 1, agora a quase 21 bilhões de quilômetros da Terra, viaja através do espaço interestelar rumo "norte" - ascendendo em relação ao plano dos planetas. Ela revelou que os raios cósmicos, núcleos atômicos acelerados a quase a velocidade da luz, são quatro vezes mais abundantes no espaço interestelar do que nas proximidades da Terra. Isso significa que a heliosfera, a "bolha" que contém os planetas do nosso Sistema Solar e o vento solar efetivamente funcionam como um escudo de radiação para os planetas. Os dados da Voyager 1 também sugerem que o campo magnético do meio interestelar local envolve a heliosfera.

A Voyager 2, agora a quase 18 bilhões de quilômetros da Terra, viaja para o "sul" e espera-se que ela entre no espaço interestelar nos próximos anos. As diferentes localizações das duas Voyagers permitem que os cientistas comparem agora duas regiões do espaço onde a heliosfera interage com o meio interestelar envolvente usando instrumentos que medem partículas carregadas, campos magnéticos, ondas de rádio de baixa frequência e plasma do vento solar. Quando a Voyager 2 atravessar o meio interestelar, também será possível comparar esse ambiente de dois locais diferentes simultaneamente.

Informações da NASA - Fonte da Matéria: Inovação Tecnológica

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A Grande Mancha Vermelha de Júpiter

Fotos inéditas da sonda Juno revelam imagens incríveis da mancha duas vezes maior que o Planeta Terra


Nasa, a agência espacial americana, publicou na quinta-feira, dia 13, imagens inéditas da Grande Mancha Vermelha de Júpiter, feitas pela sona Juno na semana passada.
A espaçonave sobrevoou a cerca de apenas 10 mil km de altura a imensa e violenta tempestade que há séculos assola o maior plante do sistema solar.
De acordo com cálculos dos cientistas, a Grande Mancha é duas vezes maior que a Terra e seus ventos sopram a mais de 640 km por hora.

Viajando a uma velocidade de 50 km por segundo, a Juno recolheu informações que a Nasa acredita serem fundamentais para entender o fenômeno que astrônomos observam desde o início do século 19.
"Durante centenas de anos, os cientistas observam e se questionam sobre a Grande Mancha", disse o cientista-chefe da missão, Scott Bolton.
"Agora temos as melhores imagens dessa tempestade famosa. Precisaremos de algum tempo para analisar todo os dados enviados pela sonda e seus oito instrumento científicos para lançarmos nova luz sobre passado, presente e futuro da Grande Mancha".

A grande mancha está perdendo força
O sobrevoo da Grande Mancha fez parte da sexta volta que a sonda deu ao redor de Júpiter - a primeira ocorreu em 27 de agosto do ano passado -, em que os cientistas esperam desvendar mais mistérios sobre o planeta.

Dados atuais da Grande Mancha:
Tem diâmetro de 16 mil quilômetros.
As primeiras observações sobre sua existência datam de 1830, mas há registros de observações feitas por astrônomos de uma mancha vermelha na superfície de Júpiter no final do século 17
Segundo cientistas, a tormenta parece estar diminuindo de tamanho.

Uma das grandes dúvidas do cientistas é sobre o que dá à Grande Mancha a cor avermelhada. A teoria vigente é que isso seja resultado da presença de nuvens formadas por amoníaco, ácido sulfídrico e água.
Outra questão é por que a tempestade continua ativa depois de centenas de anos. Alguns cientistas acreditam que a tormenta tem raízes profundas, e por isso é necessário investigar que há debaixo das nuvens.
Algo que a Juno tentará fazer em sua próxima aproximação de Júpiter, em setembro.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

ARACNO GAME

Parabéns, você está correto!

Descoberto em 1789 por William Herschel, Encélado é o sexto maior satélite natural de Saturno. A lua Encélado, de Saturno, apresenta um oceano subterrâneo aquecido coberto de gelo. Em uma extraordinária nova descoberta, cientistas confirmaram a existência de uma fonte de energia química imersa na água da lua que é capaz de sustentar organismos vivos aqui na Terra. Encélado é agora oficialmente o melhor lugar além da Terra para procurarmos por vida. além de água aquecida, moléculas orgânicas e certos minerais, essa lua também está produzindo uma fonte acessível de energia que pode possivelmente suportar micróbios alienígenas.
De fato, sabemos que processos hidrotérmicos próximos a aberturas vulcânicas podem sustentar complexos ecossistemas aqui na Terra.


(DEIXE SEU COMENTÁRIO NA POSTAGEM PRA MOSTRAR QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI)

Aperte START para a próxima etapa do jogo, se você não conhece o ARACNO GAME clique em INICIAR.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Qual o maior avião do mundo? O Stratolaunch

Também é chamado de "Ruc", a ave mitológica persa capaz de levantar um elefante


O maior avião do mundo tem duas fuselagens, unidas por uma asa de 117 metros, e agora está estacionado fora do hangar em Mojave.
Utilizando seis turbinas, o avião de 227 toneladas foi projetado para lançar satélites - e levar humanos -, algum dia, em órbitas baixas da Terra.

"Isto marca o fim da fase inicial de construção da aeronave e o começo da fase de testes em terra (...), incluindo turbinas e taxiamento antes do primeiro voo", disse Jean Floyd, CEO da empresa do magnata filantropo e cofundador da Microsoft Paul Allen.
"Stratolaunch está prestes a realizar sua primeira demonstração de lançamento (ao espaço) em 2019", disse Floyd.

O plano é colocar em órbita um foguete Pegasus, usado normalmente para transportar satélites, que irá entre as duas fuselagens.
"Isto marca um passo histórico em nosso trabalho para realizar o sonho de Paul G. Allen de ampliar o acesso à órbita baixa da Terra", destacou o executivo.
A companhia adquiriu dois Boeings 747 usados e os remontou em uma unidade capaz de decolar com uma carga de 590 toneladas.


Veja mais